quarta-feira, 14 de maio de 2008
MOLIBRA NO BLOG MILITAR LEGAL
terça-feira, 13 de maio de 2008
MOLIBRA CONSIDERA AFIRMAÇÕES DE JORNALISTA OFENSIVAS ÀS FORÇAS ARMADAS

As Forças Armadas servem ao Estado brasileiro, são guardiães do território nacional, portanto a posição adotada pelos generais, contundentemente contrária à demarcação da Reserva Raposa Serra do Sol, está inteiramente de acordo com a finalidade constitucional das Forças Armadas.
IMPÉRIO DOS EUA EM AÇÃO:REAPARECE A IV FROTA

A partir de 1º de julho, o governo dos Estados Unidos aumentará a força militar na América Latina e no Caribe, com a reativação da Quarta Frota, oficialmente encarregada de patrulhar os mares da região. A informação, veiculada esta semana pela BBC, não é nova, mas ela reativa também as preocupações com os conflitos políticos latentes na região.
A informação circulou timidamente no fim de 2007 e, em seguida, mergulhou num expressivo esquecimento. O álibi do Pentágono desta vez – à falta do pretexto de armas químicas, como no Iraque – foi a de que a medida visava combater o terrorismo e as atividades do narcotráfico.
A Quarta Frota é uma velha conhecida do continente. Foi criada, durante a Segunda Guerra Mundial, para combater os alemães que atacavam navios mercantes nas águas da América do Sul. Foi desfeita em 1950. Reativada, ficará baseada em Mayport, na Flórida. Segundo comunicado do Pentágono, a Quarta Frota “é uma demonstração do compromisso dos Estados Unidos com seus aliados da região”.
Há nessa decisão um recado direto para o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e, indiretamente, para todos os governos populares que não se alinham com à política externa norte-americana.Não foi por acaso que, simultaneamente à decisão americana, o senador e ex-presidente José Sarney, que manteve a política externa brasileira alinhada a Washington, subiu à tribuna do Senado para alardear preocupações com o investimento de Chávez na compra de armamentos na União Soviética.
“Se a situação de potência militar se concretizar, será uma corrida armamentista na América Latina. Será o desequilíbrio estratégico do continente”, disse o alarmado Sarney.
Mas o argumento da corrida armamentista é falso. “Um mito”, como argumenta o professor Rafael Villa, da USP, em artigo escrito para o Observatório Político Sul-Americano, publicado pelo Instituto Universitário de Pesquisas (Iuperj), da Universidade Candido Mendes.
“E pode parecer surpreendente, mas na relação entre gastos em Defesa em proporção ao PIB a Venezuela é apenas o quarto dos principais países sul-americanos”, analisa Villa . O andino Equador é o que mais gasta (3,14%) e entre os sul-americanos é o Chile (2,94%), seguido da Colômbia (2,65%) e do Brasil (1,74%). A Venezuela aplica 1,39% do PIB e é o país andino que menos investe em armamentos.
A suposição do ex-presidente Sarney não resiste à mais ligeira análise política ou factual. Mas, para efeito de argumentação, se a corrida armamentista existisse, quem a teria iniciado ou estimulado?
domingo, 11 de maio de 2008
O pacto Lula/Bush

sexta-feira, 9 de maio de 2008
ENTREVISTA COM O COORDENADOR DO MOLIBRA É NOTÍCIA NO RIO DE JANEIRO

quinta-feira, 8 de maio de 2008
O PODER NÃO DEIXA VÁCUO: ATÉ O IRÃ QUER SE METER NA AMÉRICA LATINA

O chefe da diplomacia americana para América Latina, Thomas Shannon, disse ontem que o Irã utiliza a região para romper o isolamento internacional e fustigar os EUA e que o país persa pode se tornar "um fator de violência" no continente.Shannon, secretário-assistente de Estado para o Hemisfério Ocidental, afirmou que o Irã, a quem os EUA acusam de apoiar terroristas, "encontra na América Latina uma forma de mostrar que pode se expressar". "É uma forma de atuar contra nós", disse, na conferência anual organizada pelo Conselho das Américas, que reúne empresas e investidores americanos com interesses na região.
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, tem estreitado relações diplomáticas com a Venezuela de Hugo Chávez, principal voz antiamericana na região. Os dois países, em encontros com tom "antiimperialista", já assinaram cerca de 200 convênios num total de US$ 9 bilhões. No poder, Chávez já visitou seis vezes Teerã.Ahmadinejad também tem se aproximado da Bolívia de Evo Morales, aliada de Caracas, país que visitou em 2007 para fechar acordos de cooperação.
Shannon afirmou que os serviços de inteligência dos EUA estão monitorando as conexões entre o partido e a milícia radical xiita Hizbollah, com base no Líbano, e grupos ilegais na região. Voltou a acusar o Irã de ter tido "um papel" no atentado terrorista em uma associação israelita que matou 85 pessoas em Buenos Aires, em 1994."Chamamos os serviços de inteligência e policiais [da região] a monitorar essas atividades, porque não queremos que o Irã se converta em fator de violência nas Américas", disse.